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Loserlândia 198: Olha Só Essa Liga, Bicho!

3 comentários
Loserlândia 198: Olha Só Essa Liga, Bicho!

Chegou a hora da Loserlândia dar seus pitacos sobre um dos filmes mais esperados do ano. Chegando perto do fim do ano, nos reunimos para conversar sobre Liga da Justiça – O filme.

Mas Diogo Sales e Roberto Feliciano não dão conta sozinhos. Por isso convocamos A Mari Molinari, o Marcelo “Salsicha” Caodaglio e a Ana Cláudia de Souza (Ruiva Criativa) para debater nossas impressões sobre o primeiro filme a reunir os maiores heróis da DC. E, de quebra, relembrar o que já rolou no universo cinematográfico da editora.

Os pontos positivos, os negativos, os pontos que mais gostamos e aqueles que poderiam ter sido tirados do filme. Falamos sobre a apresentação dos personagens, as atuações e o roteiro.

Então vem com a gente. É só ouvir e comentar.

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  • Ultra com gola rolê

    Agradeço a sao Jossoweldon, a garça alcançada de assistir um filme onde, o super-homem se importa com a humanidade e o Batman, nao e um fascista que marca os criminosos com ferro em brasa, para serem mortos na cadeia.

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    Quase Nada, me incomodou no filme: o flash ter a personalidade de Sheldon do B.B.T., o Batman fazendo comentários do tipo “tiozão do pave”, ou mesmo o C.G.I. que mal escondia o bigode de Henry Cavill.

    A única coisa que, realmente me incomodou (um pouco) foi o visual do vilao, talvez… teria sido melhor utilizar as animações, apenas nas cenas de corpo inteiro, nos closes (de rosto) poderia ser o ator maquiado, acredito que assim ficaria mais expressivo.

    Voçes ficaram sabendo dos rumores que circularam alguns meses atrás de que o próprio Josssoweldon, demonstrou interesse em adaptar as historias da “nova” Batgril hipster?

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    Como fiz no podcast sobre Thor, vou deixar aqui 3 sugestões, para o futuro do U.C.DC:

    LEGIÃO DOS SUPER HERÓIS.

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    Grupo de heróis adolescentes do século XXX, que formaram a equipe inspirados pelo super-homem, como suas historias se passam em, um futuro distante e a chance da warner criar, um núcleo de “personagens espaciais” que ficam mais ou menos “isolados” do resto do universo DC, semelhante ao que a Marvel faz com, os guardiões da galáxia.

    LOBO

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    Esse anti-herói é um alienígena humanoide, nascido no planeta Czárnia.
    um oportunidade de criar, historias cheias de sexo e violência, bem ao gosto da mulekada bazingeira que idolatra Deadpool.

    PATRULHA DO DESTINO.

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    Os personagens mais “disfuncionais” da DC, a fase escrita por Grant Morrison e toda ótima!

    Eu começaria pelo primeiro arco de historias, A PINTURA QUE ENGOLIU PARIS, onde e apresentado o grupo de vilões, A Irmandade do Dadaísmo, que enfrenta a razão e a realidade, guiada pelo Sr. Ninguém, um vilão surrealista.

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  • The Freeman, El Cucaracho Libr

    Ainda não vi o filme, mas desde o seu anúncio minha expectativa era de que ele iria mudar o rumo dos filmes da DC. A cada trailer que era liberado o S que não é um S no meio peito crescia ainda mais. O hype aumentava a cada dia. Até que o filme estreou e as primeiras impressões eram negativas. Foi então que caí de joelhos em terra e o S que não é um S no meu peito virou um pedaço de celofane. Mas ouvir algumas opiniões mais moderadas, e agora a de vocês são como a caixa materna que ressuscita minha esperança, então agora estou considerando ir assistir o filme.

    Mesmo sem tendo visto o filme, venho trazer duas questÃES que safadamente roubei do site IGN: como Clark voltou à sua vida antiga/como seu corpo resistiu intacto durante um ano enterrado e morto?; e como/por que as caixas maternas foram despertadas? Dissertem e teorizem.

    E por fim, o Batman é rico, ele não precisa seguir as tendências da moda, ele é excêntrico.

  • Leandro Silva

    Olá, amigos! Que saudades. Enfim um tema ao qual muito me interessa e, francamente, entre tantos podcasts por ai sobre esse tão debatido filme, este é um dos poucos que realmente sinto prazer em comentar, ainda que seja para dar uma opinião morna e, sinceramente, contestável. Mas vamos lá, vou ir direto ao ponto e direto ao grande defeito, gigantesco defeito que relegou de vez este filme na ala dos esquecíveis: o filme não passou, em quase nenhum momento, perigo (a não ser o de fracassar nas bilheterias, claro, com uma recepção mais morna que este meu comentário). Vejam, nem precisava ter colocado outro vilão, nem nada; mas apenas e tão somente demonstrar um perigo real não só numa vilinha perdida da Rússia, mas em vários pontos do planeta, ter mostrado que ali existia um perigo que realmente exigia a atenção e a mobilização de todos que dispunham de algum dom ou algum tipo de poder; enfim, até no filme “2012” (nossa, que comparação, heim!!! rsrsrsrs) havia mais sensação de urgencia, mais sensação de perigo global do que este. Sei lá, que gastassem um pouco menos no bigode, e mais com figurinistas correndo, se batendo, se atropelando uns aos outros em vários cantos do mundo – e nem precisavam ser em locais cartões postais como Torre Eifel, Coliseu, Muralha da China (se bem que seria fantástica a cena final, a grande última luta com o vilão master ser nas Muralhas, numa alusão e easter egg com um dos últimos filmes do Christopher Reeves, não é mesmo?) – fugindo daqueles soldados demoníacos que lutam para conquistar mais terras e mais adeptos para Darkseid, e de repente aí até caberia a introdução não das caixas maternas, mas mesmo da equação antivida transformando as massas em adeptos e escravos sem mente própria, zumbis, pessoas com lavagem cerebral causadas pela equação (aliás, única coisa realmente magnifica e ideia verdadeiramente criativa naquela enfadonha e sem graça mega saga do Grant Morrison, a “Crise Final”); que as caixas maternas fossem aquilo que são nos quadrinhos mesmo, computadores vivos; e teria um bom caminho para um uso verdadeiramente eficaz do potencial de todos os heróis, tendo que correr, voar ou aparecer em diversos pontos do planeta para salvar a população local, seja na China, na Italia, na Holanda, no Quenia, na Venezuela, nos EUA! Daí sim esta equipe iria ganhar uma notoriedade mundial e seria bem quista.
    O segundo grande erro deste filme foi ter se entregado as exigencias dos acionistas e forçado logo de cara um tom mais ameno e bem humorado, relegando e desrespeitando tudo o que veio antes (mesmo que o que veio antes foi um tremendo erro)! Como assim, uma visão panoramica do mundo mostrando como o Superman era importante e símbolo de esperança, ou mesmo o Batman mencionando isto, sendo que em nenhum momento os filmes anteriores mostravam isto (mostravam somente que o Super era “adorado”, e não considerado um exemplo de esperança! Poxa, foi uma baita quebra de coerencia e tornou o filme algo totalmente descolado dos anteriores, mesmo sendo parte deles, o que ficou muito estranho. Que as piadinhas aparecessem aos poucos, no transcorrer do filme, mas não que mostrasse o povo com uma reverencia com o Superman que nunca existiu antes!
    Quanto ao retorno do Super, aquele “Cemitério Maldito” só teria justificação se os heróis descobrissem que o vilão planejava fazer isto antes! daí sim, seria bom a beça.
    Final risível e mostrando o quanto a Warner/DC não produz roteiros, mas respostas de críticas anteriores, pois, se em MoS o Superman lutava em áreas povoadas, já em BvS era numa ilha abandonada perto de Metrópolis convenientemente, e se no primeiro o Super matava e neste o Batman matava tanto bandidos quanto o próprio outro herói, neste, já em “Liga da Justiça”, nem mesmo o vilão seria morto por ninguém, mas pela suas próprias hordas, um cliche pra lá de batido e aqui pessimamente utilizado, e creio que isso foi introduzido depois, como desculpa para este final, e alterado naquela cena inicial do Batman caçando parademonios usando o medo rsrsrsrsrs.
    Mas, uma coisa é imutável: foi fantástico ver estes heróis juntos, mesmo que de maneira tosca e esquecível; foi muito bom e não tem como falar que este filme foi ruim… só medíocre.