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Loserlândia 183: Melhore Esses Filmes

1 comentários
Loserlândia 183: Melhore Esses Filmes

A missão de hoje na Loserlândia é complicada. Recebemos a tarefa de melhorar filmes que tinham tudo pra ser nota 10 mas acabam pecando em uma coisinha ou outra no caminho.

Diogo Sales e Roberto Feliciano recebem Duran Escudo de Carvalho (Sr. Castanha) e Davi Ribeiro para um papo sobre quais mudanças nós sugerimos em filmes famosos (ou não) da história do cinema.

E tem para todos os gostos: filme onde daríamos razão para os vilões, drama que não tem nada de dramático, menino mimado que aprende que decepção amorosa sempre vai existir e ídolo da cultura pop com um final de saga muito mais digno do que o que o que vimos nas telonas.

Ouça, divirta-se e, se não gostou, faz melhor então!

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  • Leandro Silva

    Muito obrigado por esse podcast,
    me diverti muitíssimo e já fiquei com vontade de assistir à esses filmes rsrs.
    Eu tbm já fui roteirista por um dia (na minha cabeça, claro); aliás, por três dias kkkkkkkkkk: nos filmes “Man of Steel”, “B v S” e tbm no bom “Mulher-Maravilha”!

    “Man of Steel” – Na minha cabeça, pra começar Jonathan Kent é um pai zeloso e presente para o filho, mas apenas o aconselha a não se expor não obstante que ele tem o DEVER MORAL de fazer o bem como puder! / Zod e sua trupe chega à Terra e peita o Superman, porém, com uma diferença: Zod leva a vantagem em número e em estratégia de batalha, porém Superman leva vantagem com seus poderes plenamente desenvolvidos (pois afinal de contas ele passou a vida inteira armazenando energia, ganhando força e dominando suas habilidades), porém no último instante ele consegue vencer o soldado perfeito de um exército perfeito que é o Zod com um simples diferencial… seu coração e os ensinamentos de seu pai, que o fazem escolher uma atitude e Zod vai pelo lado oposto em sua sede de domínio e vingança e cuja consequência faz ele mesmo abrir novamente o portal da zona fantasma e tragando ele e seus demais colegas já enfraquecidos pela batalha. Ah! E o inchaço do filme é resolvido com uma cena mais curta de apresentação de Kripton, tipo somente uns 15 minutos, mostrando a rebelião de Zod e Jor-El vencendo com seu atributo principal, sua inteligência (pois o cara que já é geneticamente modificado para ser um excepcional cientista, é uma baita falha de roteiro o transformar em um exímio lutador – que venhamos e convenhamos o próprio filme transformou esse conceito tão bacana de seleção genética artificial de atributos individual em…farinha!!!) , Jor-El sendo culpado de traição e tentativa de provocar terror na população do planeta com suas ideias infundadas de destruição do planeta e conseguindo fugir da prisão apenas para enviar seu filho com destino ao espaço (enfim, o básico que sempre deveria ser a introdução da história do Super, apenas com uma nova roupagem).

    “Batman v Superman” – Na minha
    cabeça, o filme começa bem, mas começa a se perder ao mostrar Batman como uma…largatixa? Só mostrar ele como um cara muito furtivo já mostraria o tipo de
    herói que ele é.

    Sua motivação contra o Superman é até plausível, mas aprofundemos isso de forma mais inteligente, sem tornar o Batman o cara mais burro do mundo, que tinha tudo para investigar de onde veem aqueles recortes de jornais tentando jogá-lo contra o Superman, mas tudo o que ele faz é comprar a mentira ofertada e ficar ainda mais nervosinhA com aquele ser voador, sem sequer tentar investigar quem é aquele ser, o que o motiva, o porquê aconteceu toda aquela destruição, etc… (pois, venhamos e convenhamos, se Lois Lane, a jornalista mais mimadinha da história do jornalismo conseguiu descobrir quem era o homem voador, quanto mais o MAIOR DETETIVE do mundo ???).

    Enquantoo filme se foca no Batman tentando descobrir tudo o que pode sobre aquele cara superpoderoso, e que se a intenção dele é das melhores, pode ser uma ajuda de
    grande valia no combate ao crime, Superman tenta de todo jeito mostrar aos terráqueos que ele é sim um amigo, que ele está aqui para ajudar, e de maneira
    nenhuma ele é um deus, não quer ser reverenciado por ninguém, pois tenta mostrar que os seres humanos tbm são capazes de grandes feitos (o que já se aparelharia lado a lado com os filmes do Richard Donner, no quesito de herói que se importa não só em salvar, mas tbm inspirar a humanidade). Já descobre de cara que Lex Luthor é um moleque muito traíra e enquanto tenta lidar com a invejinha do sujeito, tenta tbm o desmascarar para o governo, coisa bem difícil já que ele é o maior fornecedor de armas para o exército americano e mundial.

    Enquanto isso, Clark Kent, que Perry White (um ótimo editor de jornal, sem travas na língua e que se preocupa com a verdade para seus leitores, não aquela coisa insonsa, fria e nada profissional que foi mostrado no filme) descobriu que é um jornalista investigativo nato, investiga uma certa lenda urbana da distante, corrupta e odiosa cidade de Gotham- fascinado com esse personagem tão sombrio e misterioso, admirado com seu poder de inibir o crime porém reticente devido aos seus métodos um tanto violento). Em certo momento do filme, quando ambos, Clark investigando Luthor em uma festa, e Bruce Wayne investigando um certo mineral extraterrestre que
    está em posse do anfitrião da festa, esbarram em uma mulher misteriosa que os alerta tomarem cuidado pois eles não conhecem a verdadeira natureza de Lex Luther e alega conhecer a identidade secundária de ambos (lembremos que ela é uma heroína com muita intimidade com a verdade) e sai vazada do lugar com o pendrive do Wayne, devolvendo logo depois dizendo não ter conseguido abrir os arquivos. Batman descobre, através deste pendrive que existem outros seres fantásticos, descobre sobre a mulher misteriosa e descobre também tudo sobre o meteorito, onde está e quando chegará em solo americano e tenta pegar o meteorito antes que Luthor e mate Superman (e essa é a cena em que o Batman aparece porrando de forma assustadora os mercenários); este, porém, interpreta mal o herói Batman, o impede de ferir os mercenários que fogem com a maior parte do meteorito (um pequeno pedaço, que se quebrou com a luta é encontrada pelo morcego) e causando uma equivocada situação, provoca em Batman um acesso de fúria que confessa conhecer sua identidade e irá expor toda a verdade sobre Superman, pois será a última vez que ele é atrapalhado pelo herói voador e descontrolado, e já tinha percebido que um certo jornalista de Metrópolis já o havia atrapalhado antes e porá um fim naquela carreira de herói inexperiente.

    Os dois tem uma breve batalha, onde Superman está preocupado não consigo, mas com o que essa verdade causará à sua mãe; ambos equiparados, já que Batman está em posse de um pedaço de kriptonita, e o Super sem entender como ele está conseguindo aguentar seus fortes golpes; os dois, porém rapidamente consideram que estão agindo apenas emocionalmente. Param, conversam (coisa que nem nos quadrinhos isso acontece e é uma baita quebra no clichê o que já torna isso interessantíssimo para colocar em um filme) e Superman volta sua atenção contra Lex Luthor que agora sim, numa surpresa para o filme, demonstra o quanto é ardiloso, pois conseguiu, com seu acesso ilimitado aos recursos kriptonianos e o corpo do Zod, trazê-lo de volta na forma de um ser deformado que vamos chamar de… ser bizarro! Superman luta, Luthor aparece como recurso da Kriptonita que deixa nosso herói à mercê do Zod Bizarro, Batman que acompanha o desenrolar da coisa e consegue entrar em contato com aquela mulher misteriosa para dar uma força ao nosso nobre herói que tenta salvar a população de Metrópolis de todas as formas e para toda destruição não se repetir de novo consegue levar a luta para bem distante, ou até ao redor do mundo, tipo o Flash quando briga com o Flash Reverso correndo ao redor do globo (o que seria mais um ponto positivo para o filme e mais uma novidade para
    filmes desse naipe, eu acho). No final, a Mulher-Maravilha ajuda a finalizar a luta cravando uma lança de kriptonita no monstro bizarro (afinal, não existe somente o Superman com superpoderes capaz de enfrentar o vilão, não é mesmo? E burrice uma guerreira logo ali dando sopa enquanto o kriptoniano tem que se arriscar sozinho para morrer).

    Com o desfecho, Batman convoca os heróis, alega ter informações interceptada das empresas de Luthor sobre uma invasão de guerreiros de um planeta desconhecido, e que precisará da união não só deles três, mas de tantos quanto eles conseguirem convocar. Podemos colocar aí outras tantas cenas extras como uma luz verde vindo rápido em direção da Terra, ou uma criança sendo ameaçada por pequenos marginais num beco e a câmera dá distância e vemos um raio diferente, encorpado, (ou poderiam ser SETE raios vindo de direções diferentes e convergindo num único, o que faria muitíssimo mais sentido) indo em direção ao beco; ou ainda um par de
    asas, tipo angelicais, pousando acima de museu. E VAMOS ESQUECER ESSE NEGÓCIO DE “MARTHA”! kkkkkkkkkkkkkkkkk, pois isso só ia colar se os dois heróis
    estivessem no… maternal da escola! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    “Mulher-Maravilha” – Para mim o filme todo é muito coerente e redondinho com uma baita escorregada no final. Pra que inventar tanta firula e transformar a luta final num espetáculo de Power Rangers ou qualquer coisa do tipo? Ao meu ver George Perez no final de seu primeiro arco com a personagem, já deu o final definitivo que além de tudo seria muito contemporâneo, diferente e bastante filosófico e questionador.

    No final, quando a MM descobre quem é o Ares, ele confessa manipular tanto a guerra quanto as tentativas de paz para que a destruição seja irreversível e desejada por todas as partes envolvidas. A heroína tenta lutar violentamente numa pequena luta contra o deus mas é facilmente subjugada; então, ela com muita sabedoria usa sua verdadeira arma matadora de deuses: o laço da verdade! Ela evoca a virtude da verdade e mostra para Ares as consequências de suas intenções e como um filme dentro de um filme, vai passando diante dos olhos do deus da guerra a primeira grande guerra se expandindo para além dos atuais países participantes e tomando aos poucos, com os anos, todos os países, e vai mostrando as invenções de novas armas, cada vez mais destrutivas, os civis sendo mortos vitimados pelos horrores da guerra até que, numa corrida para sair vitorioso, um país cria a arma definitiva, uma arma atômica, que dizima todos os moradores da Terra! Ares então se ajoelha de desespero, vê que seus esforços não só criaram novos adoradores para si, mas também pôs fim a todos eles e muitos mais, não sobrando ninguém vivo que sequer pudesse erigir uma prece à qualquer deus. Então ele se afasta, promete que nunca mais se envolverá nas questões dos mortais nessa magnitude e vai embora dando ao homem a oportunidade de reparar o mal ali iniciado (o que tbm ficaria coerente com o que sabemos sobre o fim da primeira guerra mundial e os fatos que se sucederam pela história, e não aquele final meloso com todos se abraçando, que é totalmente incoerente com os resultados reais dessa guerra, fazendo com que o filme se torne algo que de fato fosse possível de ter acontecido sem maiores prejuízos com o que sabemos da história do século 20, mesmo porque seria algo isolado de tudo o que aconteceu no restante dos demais frontes de batalha da primeira guerra).

    Ufa! Aí estão minhas três contribuições para o podcast rsrsrs. Obrigado pela oportunidade de colocar minha criatividade para funcionar e por esse momento “tapa com luva de pelica” nesses filmes que não não são ruins, mas que tinham tudo para se tornarem grandes clássicos de sua época, assim como foram “Superman: The Movie” de Richard Donner e “Batman” de Tim Borton ou mesmo do Nolan.